Não, seu coração não está fechado para o amor…

Quantas vezes na vida já quebramos a cara no amor e prometemos a nós mesmos não amar mais ninguém? E quantas vezes já amamos tanto e, tendo esse amor chegado ao fim, nós nos recolhemos, acreditando que nosso coração estava “fechado” para o amor e que não amaríamos mais ninguém? Até que de repente nos deparamos com um novo riso, uma nova forma de ser e… Nos apaixonamos de novo. E muitas vezes a paixão e o amor vieram tão mais fortes que pensamos: “Meu Deus! Que bom que aquela relação não vingou. Caso contrário eu não teria conhecido esta pessoa…”

A vida é assim, um eterno começo e recomeço, assim como todos os dias, assim como todos os anos. Sempre existem infinitas possibilidades.

Eu sempre me lembro de uma canção cuja letra diz:

A vida tem sons que pra gente ouvir
Precisa entender que um amor de verdade
É feito canção, qualquer coisa assim
Que tem seu começo, seu meio e seu fim

A vida tem sons que pra gente ouvir
Precisa aprender a começar de novo
É como tocar o mesmo violão
E nele compor uma nova canção

Que fale de amor
Que faça chorar
Que toque mais forte esse meu coração

Ah, coração, se apronta pra recomeçar
Ah, coração, esquece esse medo de amar de novo…

Como diz a música, nosso coração é semelhante a um instrumento: basta fazer uma afinação e ele está pronto para tocar de novo. Não é algo estático, não é um quarto que podemos fechar e deixar vazio enquanto viajamos, é um ser vivo pulsante que carece de emoção. E essa emoção não necessariamente precisa vir de outra pessoa. Pode ser um hobby, um lazer, uma viagem, uma atividade física, algo que nos dê prazer. Sentir paixão – seja pela vida ou por outra pessoa – faz bem para a alma.

É por isso que não podemos nos fechar para novas possibilidades quando a vida nos tira algo ou alguém. Se foi, é porque já não fazia mais sentido de algum modo.

Estar com o coração aberto é dizer sim para a vida. Estando abertos a novas possibilidades, de repente a vida nos presenteia com outras situações, outras pessoas, outros lugares, tão ou mais valiosos que aqueles que se foram. E tudo flui.

Basta um sorriso e a vida nos oferece novos caminhos.

O que está esperando? Voe!

Segredos masculinos: Desvende a mente masculina e conquiste seu amor próprio.

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Terapia na cozinha, um encontro gratificante consigo mesmo – receita de massa caseira

Ontem a manhã do meu domingo foi dedicada à cozinha. Eu amo estar neste local, que considero o mais aconchegante dentro de uma casa. É da cozinha que vem aquele cheirinho gostoso de café ou dos mais deliciosos pratos que inventamos. Sem falar que cozinhar é uma ótima terapia. Sim. Enquanto cozinha ou lava louça, que tal praticar a atenção plena? Não, não vá pensar bobagem enquanto cozinha porque o alimento recebe toda carga de amor ou de dor que você colocar nele. Vamos pensar somente em coisas boas enquanto cozinhamos. Também vale ouvir uma boa música nessas horas.

Voltando ao dia de ontem, eu resolvi preparar uma deliciosa lasanha para estrear o cilindro elétrico que comprei. Começando pelo molho, pois uma bela pasta precisa dele para aguçar ainda mais os nossos sentidos. Para fazê-lo, eu tiro a pele dos tomates maduros e corto cada um em pedaços bem pequenos. Depois, em uma panela grande, douro no azeite cebola ralada e alho para em seguida acrescentar os tomates. Enquanto o molho borbulha no fogo, eu acrescento sal, pimenta-do-reino, ervas finas ou orégano, curry, um pedaço de pimentão ou duas pimentas-de-cheiro para dar um toque especial.

Agora é a vez da massa. Para fazê-la, eu quebro seis ovos em uma vasilha e acrescento uma colher de café cheia de sal e um fio de azeite de oliva. É importante que os ovos estejam em temperatura ambiente. Misturo bem e acrescento uma xícara e meia de farinha de arroz ou sêmola de trigo. Misturo novamente e vou acrescentando farinha de trigo até soltar das mãos. A farinha de arroz ou a sêmola de trigo são importantes para deixar a massa mais al dente, mas, se não tiver, use farinha de trigo o tempo inteiro. Se tiver farinha italiana 00, melhor ainda.

Massa no ponto, agora é hora de dividi-la e abri-la com a ajuda de um rolo ou cilindro. Vá abrindo e acrescentando farinha de trigo até chegar à espessura de macarrão ou de lasanha. No caso da lasanha, corte em pedaços retangulares, que não precisam ser perfeitos porque na fôrma eles receberão a forma.

Se você tem filhos, esta é a hora de chamá-los para se divertir na cozinha. As crianças amam participar.

Massa pronta e cortada, aqueça bastante água em uma panela grande e coloque sal e um fio de azeite. Na água fervente, vá jogando a massa somente para “assustá-la”, coisa de alguns segundos. Antes disso, separe um refratário e forre com uma fina camada de molho. Vá acrescentando a massa em camadas alternadas de molho/massa/queijo ou outro recheio de sua preferência. Finalize com uma camada de queijo e um pouco de orégano ou ervas finas. Leve ao forno por em média vinte minutos. Sirva com um bom vinho tinto caso aprecie.

Essa mesma receita pode ser usada para fazer um belo macarrão e servir em um jantar para aquela pessoa especial. Neste caso, em vez de cortar a massa como lasanha, se não tiver cortador, abra bem a massa e em seguida enrole-a, cortando-a delicadamente em formato de talharim. Cozinhe normalmente na água com sal e um fio de azeite e sirva com o molho e queijo parmesão ralado. Use a sua criatividade.

Bom apetite!

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Realize o seu desejo em três passos

“Quando seus desejos forem fortes o suficiente, parecerá que você possui poderes sobre-humanos para alcançá-los.” (Napoleon Hill)

No livro O poder, Rhonda Byrne apresenta a chave para materializar qualquer desejo. São três passos simples:

Passo 1: IMAGINE

Use a mente para focar e imaginar o que você deseja. Imagine-se com o seu desejo. Imagine-se fazendo coisas com o seu desejo. Imagine-se tendo o seu desejo.

Passo 2: SINTA

Sinta amor pelo que está imaginando. Imagine e sinta que está com o seu desejo. Imagine e sinta-se fazendo coisas com o seu desejo. Imagine e sinta-se tendo o seu desejo.

Sua imaginação liga você com o que você deseja. Seu desejo e seus sentimentos de amor criam o magnetismo, atraindo o seu desejo até você.

Isso completa sua parte no processo da criação.

Passo 3: RECEBA

A força do amor usará circunstâncias, eventos e pessoas para lhe dar o que você ama. Qualquer que seja o seu desejo, você deve querê-lo com todo o coração. Você deve realmente desejar o que quer porque o desejo é um sentimento de amor e você deve dar amor para receber o que ama.

O que quer que você queira em sua vida, o processo da criação é o mesmo: dê amor para receber amor. Imagine, sinta, receba.

Ao fazer o exercício do processo da criação, imagine e sinta que já tem o que quer, e não se desvie do estado de ser.

Por exemplo:

Se quer reduzir seu peso, dê amor se imaginando e se sentindo com o corpo que você ama, em vez de imaginar e sentir que está com sobrepeso.

Se quer viajar, dê amor imaginando e sentindo que está viajando, em vez de imaginar que não tem dinheiro suficiente.

Se quer um casamento ou um relacionamento melhor, dê amor ao imaginar e sentir como seria ter aquele relacionamento.

Recomendação importante

O que você está imaginando ou querendo não deve prejudicar outra pessoa, pois o que traz prejuízo a outra pessoa não vem do amor, vem da falta do amor. Qualquer negatividade, mesmo imaginada, retornará com igual ferocidade para a pessoa que a emitiu. O que você dá, você recebe.

Quando usar o processo de criação, use todas as propriedades positivas que puder para gerar o sentimento de que você já tem o que deseja.

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Quinze tipos de homens que toda mulher deveria evitar

No dia a dia, vemos uma enorme quantidade de relações problemáticas e prejudiciais, sobretudo para as mulheres. Por isso, fiz uma lista de homens com os quais nenhuma mulher deveria se relacionar, muito menos se casar.

É claro que não podemos buscar pessoas perfeitas, mas algumas características não se modificam com o tempo – a não ser que a própria pessoa resolva mudar por si mesma.

Portanto, entrar em um relacionamento achando que a pessoa vai melhorar com o tempo é pura ilusão e perda de tempo e às vezes até da própria vida.

Na dúvida, é melhor seguir o ditado “Antes só que mal acompanhada” e esperar uma pessoa condizente com nossos valores.

Não custa lembrar que semelhante atrai semelhante. Isso quer dizer que se você atrair algum tipo listado a seguir e continuar com ele, é porque vocês estão em sintonia. Neste caso, recomendo que mude sua vibração para poder atrair uma pessoa melhor e mais compatível.

Segredos masculinos: Desvende a mente masculina e conquiste seu amor próprio.

Agora vamos aos tipos de homem que devemos evitar.

1. Homem sem fé ou ateu – Se você é uma pessoa espiritualizada ou em busca de espiritualizar-se, envolver-se com um homem ateu será um problema, já que provavelmente ele não levará a sério sua necessidade de ir a um templo religioso ou de professar sua fé. No início pode ser que essa diferença não seja gritante, mas com o passar do tempo será um motivo para separação.

2. Homem que não gosta ou não se relaciona bem com a mãe – A forma como o homem trata a própria mãe será a mesma com que ele tratará todas as mulheres da sua vida, incluindo você. Portanto, corra de homem que tem trauma da mãe ou a detesta. Certamente ele projetará em você esses traumas, que podem ter sido criados na infância pela mãe ou até por ele mesmo, pelas percepções que tinha dela. Existem casos em que o homem não se relaciona bem com a mãe porque ela é problemática, mas ele não tem raiva dela, apenas evita contato para não se machucar mais. Essa é uma exceção a se observar. É preciso conviver com a mãe (e de olhos bem abertos) para saber onde reside a verdade. O mesmo conselho serve para o homem em relação às mulheres: eles devem fugir de mulheres que detestam o pai, pois elas tendem a projetar no marido todas as frustrações que guardam do genitor. Às mulheres que têm mágoa do pai, aconselho que, antes de buscar um parceiro, resolvam isso dentro de si, fazendo ho’oponopono para curar essas memórias.

3. Homem que fala mal da(s) ex – Evite homem que costuma falar mal das ex-mulheres ou que guarda mágoa delas. Simplesmente porque ele agirá assim com você no futuro. Alguns homens não aceitam perder a mulher e ficam com raiva quando é ela que termina o relacionamento. Avalie o comportamento do seu pretendente pela forma como ele cita as ex-mulheres. 

4. Homem comprometido – Eis aqui um barco furado. A mulher entra na relação crente que ele deixará a outra, o que na maioria das vezes não ocorre. E, se ocorrer, saiba que provavelmente ele fará com você o mesmo que fez com a outra: em breve arrumará uma amante para substituir você. A pessoa que costuma trair dificilmente se contenta em ficar somente com um(a) parceiro(a). Ademais, se um homem é capaz de trair uma companheira, mãe dos seus filhos, será capaz de trair qualquer pessoa.

5. Homem ciumento – O homem ciumento tem baixa autoestima, não confia em si mesmo e se esconde por trás do ciúme. No início é até “fofo” ser ciumento, mas depois ele começa a sufocar. O ciumento não ama a mulher, apenas a tem como um objeto e é capaz até de matar quando percebe que está prestes a perder seu “brinquedo”. 

6. Homem agressivo – O homem agressivo, desequilibrado, que se irrita por bobagem, é muito perigoso e pode até matar a mulher. Fique atenta para comportamentos como segurar seu braço à força ou falar alto/xingar você.

7. Homem que fala muito palavrão – Cuidado com homem que gosta de chamar palavrão e que trata você por palavrões, ainda que seja na brincadeira. Deixe claro que não gosta de ser tratada assim, que é falta de respeito, e, caso ele persista, ligue o sinal de alerta e fuja.

8. Homem desonesto – A desonestidade é algo que não se cura da noite para o dia. Normalmente vem da infância e fica arraigada na pessoa. É questão de caráter, e caráter não se muda facilmente. O desonesto não tem palavra e pode prometer muito e não cumprir nada, não sendo, portanto, uma pessoa confiável.

9. Homem controlador – Ele é uma pessoa aparentemente cuidadosa que começa querendo saber tudo o que você faz, até que passa a controlar toda a sua vida, os locais aonde você vai, as roupas que você veste, as suas amizades, chegando ao ponto de proibir você de ter amigos e visitar os familiares. Isso não é amor, é insegurança e desrespeito à sua individualidade.

10. Homem paquerador – Esse é um tipo desprezível. Ele sai na rua e olha ou paquera outras mulheres, muitas vezes na sua frente, num claro sinal de desrespeito com você. Alguns chegam até a culpar as outras mulheres dizendo que elas é que ficam olhando. Observe friamente o comportamento dele e caia fora ao perceber que está se relacionando com um homem egocêntrico que precisa alimentar sua vaidade por meio de outras pessoas.

11. Homem mentiroso – Alguns homens mentem compulsivamente, a ponto de fazerem a mulher acreditar que é ela que está errada. Normalmente manipulam e fazem tanto drama que a mulher termina acreditando neles. O homem mentiroso não merece confiança.

12. Homem preguiçoso – Este é um tipo muito comum, que não faz nenhum esforço para crescer na vida, não gosta de estudar nem de trabalhar e fica arranjando desculpas para ser demitido do emprego. O homem que preza pela sua mulher deseja crescer junto com ela para proporcionar ao casal uma vida melhor.

13. Homem egoísta – O homem egoísta não se coloca no lugar da mulher para ver o que é melhor para ela ou para ambos. Em casa, não ajuda nas atividades domésticas nem cuida da parceira ou dos filhos, só quer ser cuidado. Fala que ama, mas não prova com atitudes. Para ele, a mulher só é boa enquanto lhe serve.

14. Homem machista – É aquele que manda acima de tudo. Normalmente vê a mulher como sua propriedade. Para fazer qualquer coisa, a mulher precisa lhe pedir permissão, caso contrário ele arma uma briga ou faz ameaças.

15. Homem gastador – Em geral, este tipo gasta tanto com bobagem que não sobra dinheiro para fazer planos. Isso também vale para a mulher em relação ao homem. O casal providente cresce rápido. Procure alguém que valorize o dinheiro sem ser pão-duro.  

Esta lista não se esgota aqui. Há outros tipos de homens que devem ser evitados. As leitoras do blog indicaram ainda:

16. Homem indiferente – Aquele que esquece a mulher e não lhe dá atenção, fazendo-a se sentir um nada e contribuindo para sua baixa autoestima.

17. Homem egoísta –Aquele que não pensa na relação, age em prol de si mesmo. Não ajuda nos afazeres domésticos e quer tudo somente para si. Quando está doente, quer ser cuidado, mas quando é a mulher que está na pior, não faz nada para ajudar.

18. Homem “coitadinho” – É o tipo manipulador que está sempre se diminuindo para causar dó nos outros. Tudo o que acontece é culpa sua porque ele é vítima da sociedade. É mais fácil para ele se colocar no lugar de vítima do que assumir sua responsabilidade diante dos problemas da vida.

19. Homem narcisista –É o homem que, além de egoísta e manipulador, usa de todas as artimanhas para fazer com que a mulher se sinta culpada pelos problemas da relação. E, quando ela se cansa e quer dar um basta, ele faz joguinhos manipulativos de modo que ela se sinta culpada pelo fim da relação. A respeito do narcisismo, leia a postagem Quer ser feliz? Afaste-se de pessoas narcisistas.

Se está em um relacionamento com um homem que apresenta essa(s) característica(s), recomendo que avalie bem a situação e veja se isso é um incômodo para você. Se não lhe faz mal conviver com ele, ou se ele tem qualidades que superam alguns desses defeitos, é escolha sua continuar na relação.

Agora se você está à procura do par ideal, sugiro que faça uma lista com todas as características positivas que quer em um relacionamento e ponha foco nelas, mas sem esquecer do que você não quer em uma relação. A vida lhe dará exatamente aquilo que você quer.

Lembre-se: Nós atraímos exatamente aquilo que somos. Portanto, se busca um par confiável, honesto, amigo, primeiro você precisa ter ou desenvolver essas características.

*Este texto faz parte do livro Quem eu era antes de mim mesma – Guia prático para se tornar uma mulher completa e encontrar o grande amor da sua vida, p. 188-193.

Veja a continuação deste texto aqui.

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Seja uma mulher magnética e conquiste qualquer pessoa.

Melhore sua vida e tenha o relacionamento dos seus sonhos.

Deixe o homem que você ama apaixonado para sempre!

Desvende a mente masculina e conquiste seu amor próprio.

Melhore sua relação sexual com o seu parceiro.

Cure-se integralmente com a prática do ho’oponopono

A vitamina D e seus benefícios para a saúde

Você sabia que a vitamina D é na verdade um hormônio esteroide lipossolúvel? Sim, e ela tem um papel primordial na manutenção da saúde, contribuindo para a melhoria do sistema imunológico. Antes da descoberta do antibiótico, doenças como tuberculose, sífilis e psoríase eram curadas simplesmente com o banho de sol. Hoje, no entanto, em todo o mundo cresce o número de casos de deficiência de vitamina D em virtude do estilo de vida atual de se trabalhar em ambientes fechados e de não se tomar sol. No Brasil, noventa por cento da população têm deficiência da vitamina D.

Principais fontes de vitamina D

Suas principais fontes são o salmão, o atum, a sardinha, a gema de ovo, queijos, fígado e cogumelos. No entanto, seria necessário um consumo exagerado desses alimentos para se obter a dosagem diária dessa vitamina.

Dosagem diária

A dosagem fisiológica é de 10.000 UI, a qual é obtida com a exposição diária ao sol por 20 minutos sem filtro solar e com pelo menos os braços e as pernas expostos, no horário das 10 às 14 horas, lembrando que não se pode tomar banho com sabão após a exposição solar, caso contrário a vitamina é retirada da pele antes de ser absorvida pelo organismo. Portanto, para obter todos os benefícios da vitamina D, é necessário observar a dosagem adequada para corrigir sua deficiência, que é de no mínimo 5.000 UI. O ideal, no caso de pessoas que não têm condições de tomar sol diariamente, é fazer uso de suplementação. O melhor horário para tomar o suplemento de vitamina D3 é após as refeições, pois esse hormônio precisa da bile para ser absorvido. Caso a pessoa não tenha vesícula, deverá tomar bile artificial junto com a vitamina D3, pois sem esse órgão a absorção das vitaminas A, D, E e K fica prejudicada.

Para que serve a vitamina D

A vitamina D aumenta a absorção de cálcio e fósforo, fortalecendo ossos e dentes.

Ela previne e trata doenças como obesidade, diabetes, hipertensão, esclerose múltipla, osteoporose, raquitismo, osteomalacia, doenças do coração e do sistema circulatório.

Também previne o envelhecimento precoce, assim como previne e ajuda no tratamento de alguns tipos de câncer, como os de cólon, reto e mama.

A vitamina D ainda reduz a incidência de asma, tosse, gripe e infecções respiratórias em adultos e crianças, bem como melhora a saúde dos músculos, da pele e dos rins.

Em doses adequadas, a vitamina D aumenta a performance esportiva por influenciar na função muscular e ajuda a tratar o diabetes por auxiliar na secreção de insulina, hormônio essencial para o metabolismo dos carboidratos e para a hipertrofia.

Nas doenças periodontais (inchaço e sangramento das gengivas), a vitamina D ajuda porque atua na produção de defensinas e catelicidinas, compostos que diminuem o número de bactérias na boca.

A vitamina D é essencial no tratamento da esquizofrenia e da depressão, doenças que têm associação direta com a deficiência de vitamina D.

No tratamento de câncer, a vitamina D ajuda a controlar o desenvolvimento e o crescimento do tumor, especialmente o câncer estrogênio-sensível.

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Aprenda a identificar os dois estados da mente e desenvolva todo o seu potencial

Há momentos que chegam para afetar bastante a nossa vida, seja a perda do emprego, um divórcio, o afastamento ou a morte de um ente querido, uma mudança forçada de planos ou até mesmo uma doença grave. Nessa hora, o instinto de sobrevivência pode nos levar a resistir e não aceitar a mudança. Como consequência, podemos entrar em um estado de bloqueio neuromuscular que pode gerar inércia, depressão, medo, ansiedade, tristeza, dificuldade para liberar ou deixar ir, confusão mental, conflito ou frustração. Esse estado é conhecido como Crash, acrônimo de contraction (contração neuromuscular, paralisia, congelamento), reaction (reação, reclamação, vitimização, repetição de comportamentos), analysis paralysis (paralisia por análise, excesso de análise cognitiva), separation (separação, lutas internas, partes em conflito, desconexão com o corpo), hurt and hatred (dor, ódio, sofrimento, sensação de estar em um beco sem saída).

Existem pessoas que estão no estado Crash há tanto tempo que o encaram como normal, tendo dificuldade de encontrar solução para os problemas cotidianos, vivendo sob tensão constante e abrigando emoções limitantes como ódio, raiva, rancor e medo. Tais pessoas se tornam reativas, agressivas com os outros e distantes de si mesmas, sendo incapazes de enxergar uma saída. É como se estivessem prontas para atacar o inimigo a qualquer momento. Por conseguinte, elas podem padecer de males como dor de cabeça, dor nas costas, dor no pescoço, cansaço, depressão e ansiedade. Reativas, falam e agem sem pensar, ou, pelo contrário, não falam o que gostariam, ficam paralisadas pelo medo. Sentem ódio diante de qualquer coisa, além de ingratidão e insatisfação profunda. Estão na verdade separadas de si mesmas, de sua essência, da espiritualidade, do que de fato as faz felizes. Preocupadas com o externo, não olham para dentro de si.

Para sair do estado Crash, é necessário operar uma mudança de consciência, simbolicamente, girando a chave até entrar no estado contrário: o estado Coach: centered (centrado, ligado ao próprio corpo), open (aberto ao outro e ao mundo), aware (consciente e alerta, desapegado de crenças, valores, preconceitos), connected (conectado às três mentes: somática, cognitiva e de campo), holding (acolhendo tudo o que possa surgir de novo dentro e fora de si). Quando estamos em estado Coach, atuamos com nossa potencialidade máxima, ficando abertos, centrados e criativos, num estado de presença consciente que nos permite direcionar nosso foco e nossa energia para atitudes e comportamentos mais construtivos. No estado Coach, conseguimos nos centrar, aquietar a mente e respirar, deixando a energia fluir pelo corpo. Uma vez em contato com a nossa essência, poderemos nos conectar com energias de ternura, generosidade e bom humor, bem como avaliaremos cada obstáculo antes de julgá-los bons ou maus. Assim paramos de sofrer por antecedência.

A esse respeito, de não julgar as situações precipitadamente, lembremos sempre do que nos ensina o doutor Lair Ribeiro no livro O sucesso não ocorre por acaso: “Assim é na vida, tudo que acontece pode ser sorte ou azar. Depende do que vem depois. O que parece azar num momento, pode ser sorte no futuro”. Ou seja, estando diante de um desafio ou obstáculo, precisamos primeiro nos distanciar e analisar a situação friamente, sem julgamentos prévios. É importante também saber reconhecer nossas emoções e perceber como elas influenciam nossas ações. Isso se chama inteligência emocional. As pessoas que desenvolvem inteligência emocional costumam pensar, sentir e agir de forma inteligente e consciente, sem deixar que as emoções controlem sua vida e se acumulem de forma a reproduzir ou criar traumas, bem como compreendem as emoções das outras pessoas, construindo relações saudáveis e fazendo escolhas conscientes. As pessoas com inteligência emocional normalmente têm elevada autoestima e autoconfiança, evitam conflitos em relacionamentos interpessoais, desenvolvem relações mais estáveis e proveitosas, conseguem facilmente influenciar pessoas, são menos estressadas, têm mais vitalidade e são mais felizes.

Exercício para desenvolver a inteligência emocional

Qualquer um pode desenvolver sua inteligência emocional, bastando que para isso esteja aberto ao autoconhecimento. Para isso, recomendo a prática de um exercício muito eficaz, que consiste em três passos:

  1. O primeiro passo é observar e anotar, durante o dia, cada pensamento e reação aos acontecimentos.
  2. O segundo passo é separar os pensamentos e reações negativos e os pensamentos e reações positivos.
  3. O terceiro passo é verificar que mudanças poderiam ser feitas para minimizar os pensamentos e reações negativos, transformando-os em positivos.

Esse exercício deve ser feito até que as mudanças comecem a ser sentidas. A consequência é que a pessoa se torna menos reativa e mais positiva com o passar dos dias.

Quando desenvolvemos inteligência emocional, paramos de nos identificar com a mente. E estar identificado com a mente é viver quase exclusivamente pela memória e antecipação, viver no passado ou no futuro. Quando vivemos na fronteira entre o passado e o futuro, não valorizamos a maravilha que se chama PRESENTE.

Dez dicas para viver no presente

Viver no momento presente é:

1. Viver o agora.

2. Ser positivo, brincar com a vida, não levar as coisas tão a sério.

3. Não reclamar, pois reclamar é não aceitar o que existe, é atrair mais reclamações; quando reclamamos, nos colocamos no papel de vítima.

4. Apreciar o ser e não o fazer.

5. Estar totalmente presente quando interagimos com alguém.

6. Parar de dar explicações para tudo e não se preocupar com o que os outros pensam de nós. O importante é estar em paz com a própria consciência.

7. Não desempenhar papéis em nossas interações, ser nós mesmos o tempo inteiro. Se alguém tiver que gostar de nós, vai gostar do nosso verdadeiro ser, e não da imagem que deixamos transparecer.

8. Não desejar a felicidade, pois, se desejá-la, não vamos encontrá-la. Apenas ser feliz vivendo o aqui e o agora e sendo gratos por tudo o que temos. A diferença entre felicidade e paz interior é que a felicidade depende das condições que são percebidas como positivas; e a paz interior não depende dessas condições. Ela está ali independentemente de qualquer situação.

9. Honrar o passado, mas sem se perder nele; planejar o futuro, mas sem sofrer antecipadamente em virtude de nossas projeções. Relaxar, deixar as coisas acontecerem no tempo certo; ser grato por tudo.

10. Por fim, libertar-se das armadilhas da mente, percebendo que nós não somos “o pensador”.

Parando de se identificar com a mente, começamos a acordar e em pouco tempo chegamos a um estado de plenitude, unidade e paz.

*Estas informações foram retiradas do livro Quem eu era antes de mim mesma – Guia prático para se tornar uma mulher completa e encontrar o grande amor da sua vida, p. 54-59. Caso deseje ler o livro completo, clique aqui.

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Não deixe o amor passar…

Neste primeiro dia do ano, gostaria de fazer uma reflexão a respeito do amor genuíno entre duas pessoas. Muitas vezes, desejamos encontrar alguém, mas não qualquer um. Desejamos encontrar “aquela” pessoa, com quem teremos uma conexão especial e sem palavras: um simples olhar já revela tudo. Aquela pessoa que estará conosco em todos os nossos momentos porque realmente gosta da gente. Não é só atração física nem é só amizade: é tudo. É uma parceria para a vida inteira. Aquela pessoa que, apesar das diferenças, sempre encontrará em nós um motivo para fazer a relação valer a pena. Aquela pessoa que sempre busca um jeito de nos agradar como forma de agradecer pelo simples fato de estarmos em sua vida. Não aquele amor dos filmes e romances nem aquela coisa tórrida o tempo inteiro, um amor real, mas com sutilezas de “felizes para sempre”.

Acontece que não raro as pessoas encontram esse alguém, mas deixam passar pelos mais diversos motivos – motivos esses que na maioria das vezes são desculpas que no fundo revelam um medo inconsciente de amar e se entregar.

Todos somos frutos do meio social. Então, dependendo da nossa criação e da nossa percepção da vida desde a infância, vamos criando um modelo de relacionamento à medida que crescemos, principalmente com base na relação entre os nossos pais. Se eles tinham uma relação distante ou fria, por exemplo, teremos a tendência de construir relações em que não há entrega, como forma de proteção. Tendemos inclusive a ter dificuldade de demonstrar afeto até com as pessoas mais próximas da nossa família.

Por isso, é sempre bom refletirmos até que ponto estamos abertos para receber essa pessoa tão especial que queremos ter em nossa vida. Estamos prontos para receber e acolher esse amor? Se a resposta for sim, ótimo, basta continuar vibrando nesse amor que no tempo certo Deus o colocará em nossa vida. Se a resposta for não, uma dica é procurar se conhecer melhor e refletir sobre o quão amorosos estamos sendo para poder receber amor, porque só recebemos da vida aquilo que estamos doando. Se doamos amor, receberemos em troca o amor das mais diversas formas. Portanto, ser amoroso com todos, sem distinção, é o caminho mais fácil para ter uma vida amorosa plena e feliz.

Finalizo esta reflexão com o lindo poema de Carlos Drummond de Andrade, que dá título a esta postagem.

NÃO DEIXE O AMOR PASSAR

Quando encontrar alguém e esse alguém fizer seu coração parar de funcionar por alguns segundos, preste atenção: pode ser a pessoa mais importante da sua vida.

Se os olhares se cruzarem e, neste momento, houver o mesmo brilho intenso entre eles, fique alerta: pode ser a pessoa que você está esperando desde o dia em que nasceu.

Se o toque dos lábios for intenso, se o beijo for apaixonante, e os olhos se encherem d’água neste momento, perceba: existe algo mágico entre vocês.

Se o primeiro e o último pensamento do seu dia for essa pessoa, se a vontade de ficar juntos chegar a apertar o coração, agradeça: Deus te mandou um presente: o amor.

Por isso, preste atenção nos sinais – não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O AMOR.

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Como se proteger naturalmente de vírus e bactérias

“O micróbio não é nada, o terreno é tudo.” (Louis Pasteur)

Hoje acordei com sinais de que algum vírus estava querendo espaço para se desenvolver no meu corpo: espirro, enjoo e muito cansaço. Imediatamente, fiz um chá de gengibre com alho, pimenta-do-reino, pimenta-caiena e limão. Após um vigoroso banho, bebi a infusão e preparei outra igual. Mais tarde, tomei, como de costume, extrato de própolis e vitamina C com zinco. Comecei a trabalhar ouvindo frequências. Ao fim da tarde, já estava totalmente refeita.

Micro-organismos  

Segundo a teoria microbiana, a causa de inúmeras doenças são micro-organismos como bactérias, bacilos e vírus, para cujo combate existem antibióticos e vacinas. No entanto, não podemos esquecer que é o próprio indivíduo que possibilita a entrada, a fixação e a proliferação de micro-organismos patogênicos em seu organismo. Os micróbios não são em si mesmos as causas das doenças infecciosas; as doenças são decorrentes de mudanças importantes no nosso organismo devido às nossas próprias ações, sentimentos e estilo de vida. Os micróbios só se tornam patogênicos ou se proliferam de forma anormal quando mudamos as condições naturais de nossos tecidos orgânicos (mucosas, sangue, nervos), alterando o seu estado natural.

Muitos micro-organismos que habitam nosso corpo coexistem conosco harmonicamente, favorecendo inúmeras funções do nosso metabolismo. Eles formam as floras bacterianas, que vivem no intestino, na vagina e em outras partes do corpo. Em condições normais, eles nos auxiliam em inúmeras funções metabólicas, mas, quando não estamos saudáveis, podem se transformar em patogênicos. Ou seja, não são os micro-organismos os responsáveis pelas doenças, mas sim o corpo alterado (doente), que oferece um ambiente propício para a existência e o desenvolvimento de doenças. De forma semelhante, as doenças degenerativas e neoplásicas são resultantes de alterações profundas no organismo, causadas pelas próprias pessoas.

Os médicos da Antiguidade entendiam que as causas das doenças eram as condições da mente, os maus hábitos alimentares e a exposição a agentes nocivos. Os médicos chineses, indianos, persas e gregos tinham clara a relação entre o meio ambiente e as doenças, entre a psique e o corpo e entre os hábitos de vida e a saúde. Antigamente, quando não existiam antibióticos, os remédios indicados eram banhos medicinais, correção da dieta e dos maus hábitos, uso de ervas, acupuntura, massagem, banho de sol, entre outros.

O próprio Hipócrates dizia:

“Fazei do vosso alimento o vosso remédio, e do vosso remédio o vosso alimento”.

Não podemos negar que a medicina tradicional é excelente quando se trata de todos os tipos de traumas, necessidades cirúrgicas, terapias emergenciais, entre outros. No entanto, para os casos de doenças crônicas, degenerativas ou infecciosas recorrentes, as terapias naturais, quando são adotadas, podem permitir o retorno à saúde definitiva.

Não existem doenças, existem doentes

Nada é por acaso nem as doenças surgem casualmente: são sempre a nossa mente, o nosso estilo de vida e o nosso estado orgânico que determinam se adoeceremos ou não. E para obter a cura efetiva, é preciso que os estados alterados, anormais e não saudáveis do corpo e da mente sejam corrigidos.

O primeiro passo para manter uma vida saudável é cuidar da mente, pois um corpo são necessariamente é fruto de uma mente sã. Não adianta fazer limpeza no corpo e continuar se intoxicando com pensamentos negativos e vibrando em baixas frequências. A mente necessita de paz e silêncio.

O coração também precisa dar e receber amor, cultivando bons sentimentos.

Frequências para cura e regeneração

As frequências que escuto, sobretudo quando estamos doentes aqui em casa, e que contribuem para uma rápida recuperação, são as seguintes:

Sabedoria alquímica – cocriador consciente – elevação espiritual e transmutação de energias: É uma reprogramação mental com frequência indicada sobretudo para profissionais que lidam com altas cargas de emoções (médicos, psicólogos, terapeutas, psiquiatras). Ajuda a transmutar energias negativas em positivas. Já indiquei esta frequência a várias pessoas e todas relataram que, depois de ouvi-la, tiveram uma rápida recuperação nos casos de virose e fadiga.

Frequência do cobre – Eleva a vibração humana em níveis físicos, mentais e energéticos. Recomenda-se ouvi-la diariamente, durante o dia, por no mínimo quinze minutos.

Essas frequências podem ser ouvidas enquanto se praticam outras atividades, menos enquanto se operam máquinas.

Causas metafísicas da gripe e do resfriado

No livro Cure seu corpo, a autora, Louise Hay, nos indica as possíveis causas mentais para a gripe: reação contra a negatividade, temor, deixar-se influenciar por opiniões alheias.

E a frase que recomenda para ajudar na cura é:

“Estou acima de crendices e imposições sociais. Estou livre de influências e pressões”.

A respeito dos resfriados, para Hay, suas causas mentais são: coisas demais para lidar ao mesmo tempo, carência de amor, amargura crônica, ressentimento.

E a frase que recomenda para ajudar na cura é:

“Deixo minha mente relaxar e manter-se calma. A clareza e a harmonia estão dentro de mim e também à minha volta. Tudo está bem”.

Alimentos que fortalecem o organismo

Existem alimentos que contribuem para a boa saúde e para uma rápida recuperação do corpo em caso de ataque por micro-organismos, entre os quais recomendo: alho, extrato de própolis, gengibre, pimenta-caiena, limão com mel, açafrão puro, com mel ou com vinagre de maçã, vitamina C pura ou com zinco, vitamina D.

Chá para cura e prevenção da gripe

Este é o chá que costumo tomar sobretudo ao menor sinal de gripe. Para fazê-lo, coloque para ferver uma xícara de água. Em seguida, pegue uma xícara vazia e corte dentro dela um pedaço de gengibre e um dente de alho. Coloque pimenta-do-reino a gosto (bem como pimenta-caiena se quiser). Acrescente a água fervente e abafe por alguns minutos. Quando estiver morno, coe e despeje em outra xícara. Acrescente o sumo de um limão. Está pronto para ser apreciado. Opcionalmente, você pode acrescentar uma colher de chá rasa de açafrão ao chá para deixá-lo mais potente.  

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Problema de pressão arterial: o que seu corpo está tentando lhe dizer

A saúde é o espelho do que pensamos”, diz o médico indiano Deepak Chopra.

Já existem estudos comprovando que os pensamentos geram respostas fisiológicas correspondentes, as quais podem ser positivas ou negativas dependendo do que pensamos. Todo estado de humor fica impresso em nossas células, acarretando saúde ou doença de acordo com o que estamos emanando em termos energéticos. Por isso, nós podemos sim controlar algumas reações do organismo por meio do domínio dos pensamentos.

Tudo o que vai além do físico é interesse de estudo da metafísica (meta = além e física = matéria), a qual compreende a esfera psíquica, emocional, energética, espiritual e sentimental. Segundo a metafísica, é a alma que cria a matéria, e a raiz dos males físicos reside na nossa atitude diante das situações cotidianas. Portanto, é a nossa postura diante das situações da vida que determina a saúde do nosso corpo ou desencadeia as doenças que afetam o nosso organismo.

Falando especificamente sobre os problemas na pressão arterial (tanto a pressão alta quanto a baixa), eles podem indicar que o indivíduo está tentando fugir de conflitos envolvendo a afetividade. O corpo conversa conosco o tempo inteiro. Para ouvi-lo, basta calar os pensamentos excessivos.

Hipertensão (pressão alta)

Seguindo essa linha de raciocínio, metafisicamente, a hipertensão (ou pressão alta) ocorre em pessoas que supervalorizam os problemas ou guardam emoções em vez de resolvê-las. Também ocorre em pessoas que têm medo extremo de perder algo ou alguém, em pessoas que costumam ficar remoendo detalhes ou que sofrem por não aceitar certas situações da vida. Ocorre ainda quando a pessoa tenta fugir dos problemas dedicando-se excessivamente ao trabalho, aos filhos ou a outras atividades. Geralmente, quando não tem o que fazer para si mesma, a pessoa passa a se preocupar com os problemas alheios, deixando de lado suas próprias dificuldades. Essa atitude de fuga em geral não resolve os problemas, só faz adiá-los.

Hipotensão (pressão baixa)

A hipotensão (ou pressão baixa), na visão metafísica, ocorre em pessoas que procuram fugir dos acontecimentos, ocultando conflitos. Ao se depararem com questões difíceis, elas se negam a enfrentar os fatos e procuram esquecê-los, semelhante ao que ocorre quando se varre a sujeira para debaixo do tapete. As pessoas que sofrem de pressão baixa também costumam se deixar influenciar facilmente pelos outros ou pelas situações, bem como costumam se fazer de vítimas, numa tentativa por vezes inconsciente de serem poupadas dos problemas.

Receita natural para melhorar a pressão alta

Uma receita natural para as pessoas que sofrem de pressão alta é a água de alho. Ela ajuda a regular a pressão arterial por estimular a produção de óxido nítrico, facilitando a circulação do sangue e diminuindo a pressão sobre o coração. O alho é excelente para manter a saúde cardiovascular de qualquer pessoa, pois é antioxidante e protege os vasos sanguíneos, evitando problemas como aterosclerose. Lembramos que esta receita é apenas sugestiva e não substitui o tratamento com um médico ou terapeuta.

Como fazer a água de alho

Para fazer a água de alho, basta colocar um dente de alho cru descascado e amassado em um copo de água (200 ml) e deixar repousar durante a noite. Pela manhã, beber a água em jejum e descartar o alho ou usá-lo no preparo de alimentos.

Cuidando da saúde mental e emocional

Independentemente do problema com a pressão arterial (se alta ou baixa), chamamos atenção para a importância de cuidarmos dos aspectos mental e emocional, de modo a termos saúde plena.

No caso específico da pressão alta, é importante se libertar do passado, esquecer as lembranças desagradáveis, relaxar e deixar o tempo resolver a situação. Também é preciso se livrar do medo do futuro, pois não adianta sofrer antecipadamente por algo que na maioria das vezes nem acontece.

No livro Cure seu corpo, a autora, Louise Hay, atribui a causa provável da pressão alta a um antigo problema emocional não resolvido e sugere, para ajudar na cura, a repetição da seguinte frase:

“Ideias boas e alegres circulam livremente em mim”.

Quanto à pressão baixa, segundo Louise Hay, sua causa provável é a falta de amor quando criança, o derrotismo, o desânimo. A frase sugerida para ajudar na cura da hipotensão é:

“Agora quero viver eternamente alegre. Minha vida é pura alegria”.

Independentemente de qualquer problema, é importante trabalhar a autoestima e a autoaceitação, evitando se julgar por atitudes passadas ou pela falta de coragem para tomar determinada atitude.
Amar-se e ser tolerante consigo mesmo e com as outras pessoas é um exercício diário para a plenitude da alma. Neste sentido, sugerimos a prática do ho’oponopono, que é muito eficaz. O amor cura tudo, principalmente o coração, órgão que é símbolo da amorosidade. 

Dando nota aos problemas

Quando estiver diante de uma situação difícil, pense:

“Que nota eu daria a este problema se soubesse que vou morrer amanhã?”

Essa pergunta é muito profunda e normalmente a nota que damos ao problema é baixíssima. Afinal, o que vale mais que a vida?

Quando valorizamos a vida, aprendemos a dar valor ao que realmente tem valor, descartamos conversas inúteis e paramos de nos preocupar com assuntos futuros e incertos.

Fluindo com a vida

“Tudo vale a pena se a alma não é pequena”, diz o poeta Fernando Pessoa.

Engradecer a vida com coisas nobres e deixar para trás as coisas comuns que só nos depreciam. Falar somente a respeito de assuntos edificantes e sobre o que amamos. Filtrar os ouvidos para que só recebam notícias boas. Fluir com a vida, fazendo nossa parte e deixando que Deus se encarregue do restante, aceitando que não temos domínio sobre os acontecimentos da vida. Essas são as principais atitudes que nos fazem ter saúde plena e tranquilidade na alma.

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Encarando nossas sombras, abrimos novos caminhos para a vida

“Infelizmente, não há dúvida de que o homem não é, em geral, tão bom quanto imagina ou gostaria de ser. Todo mundo tem uma sombra, e quanto mais escondida ela está da vida consciente do indivíduo, mais escura e densa ela se tornará. De qualquer forma, é um dos nossos piores obstáculos, já que frustra as nossas ações bem intencionadas.”  (Carl Jung)

Segundo Carl Jung, todos nós temos um lado sombrio, que não queremos ou não conseguimos enxergar, ou ainda que não aceitamos. É neste lugar que costumamos esconder nossos sentimentos mais primitivos, nossos instintos reprimidos, nossas frustrações e ressentimentos, os traumas do passado, as decepções, os sonhos não realizados pela indecisão, as frustrações, as experiências constrangedoras e dolorosas, a maldade, o egoísmo, a inveja, a covardia, o ciúme, a ganância, os medos e as inseguranças, que se alojam em nosso inconsciente. 

A sombra representa nossa personalidade oculta. Normalmente nos apresentamos como pessoas boas e nobres, porém no nosso interior existem dimensões reprimidas que escondem instintos hereditários, violência, raiva, medo, ódio, preconceito, intolerância, baixa autoestima, entre outros aspectos. Quanto mais reprimimos, mais as sombras se tornam destrutivas e perigosas. Se as silenciarmos, elas acabam nos controlando e nos fazendo projetar nos outros uma imagem de nós mesmos da qual não gostamos. Ou se expressam como sentimentos de culpa ou até depressões inexplicáveis, refletindo uma imagem na qual não nos reconhecemos.

Aceitando nossas sombras

“Não é possível despertar a consciência sem dor. As pessoas são capazes de fazer qualquer coisa, por mais absurda que possa parecer, para evitar enfrentar a sua própria alma. Ninguém se ilumina fantasiando figuras de luz, mas se tornando consciente da sua escuridão.” (Carl Jung)

Apesar de não ser uma tarefa fácil, a única forma de alcançarmos a cura da alma e a liberdade é tornar nossas sombras conscientes e enfrentar cada uma delas. Nosso crescimento pessoal e nosso bem-estar psicológico dependerão sempre da nossa capacidade de iluminar nossas sombras.  Aceitar nossas sombras pode envolver dor, mas também implica evolução, mudança e aceitação do que realmente somos. Quando nos conhecemos e nos aceitamos de fato, desenvolvemos amor próprio e uma autoestima saudável. 

Entendendo a projeção

“Ninguém se ilumina imaginando figuras de luz, mas se conscientizando da escuridão.” (Carl Jung)

Muitas vezes, sem termos consciência, projetamos nossas sombras nos outros para não assumir que esses sentimentos, julgamentos ou ideias são nossos.  Desde crianças, aprendemos a esconder nossos fracassos, medos e tudo o que existe de negativo dentro de nós. Quando vamos crescendo, é natural que transfiramos para as outras pessoas nossas culpas ou responsabilidades, comportamentos, pensamentos e emoções que julgamos inadequados, inaceitáveis e inadmissíveis, tudo o que aprendemos em nossa cultura que não podemos ser, o que devemos reprimir, afinal é mais fácil apontar o dedo em riste para o outro que enfrentar nossas sombras. 

Outra tendência que ocorre quando não temos nossas sombras trazidas à luz é atrairmos pessoas para nos mostrar justamente essas feridas. Toda atitude externa que nos irrita, entristece ou desconforta revela uma sombra nossa. Nesta hora, podemos parar e pensar: “O que em mim atraiu essa pessoa? Que sombra minha essa pessoa está espelhando com esta atitude?”. Essa atitude carece de um alto grau de maturidade e honestidade, além de amor para entender e acolher nossas sombras e as sobras dos outros.  

Sobre a nossa responsabilidade

“Se você sofre, é por sua causa; se você se sente feliz, é por sua causa. Ninguém é responsável pela forma como você se sente, só você e ninguém mais. Você é o inferno e o céu também.” (Osho)

Quando iluminamos nossas sombras, conhecemos nossas potencialidades e nossos pontos fracos. A consequência disso é que passamos a identificar nas pessoas o que é nosso e o que não é. Por exemplo, se uma pessoa tem atitudes críticas conosco ou nos acusa de algo que não somos, isso não nos afligirá porque sabemos exatamente nossas virtudes e fraquezas. Muitas pessoas lançam sobre nós suas frustrações em vez de iluminarem suas sombras. Ao atingirmos este ponto de maturidade, compreendemos que cada pessoa tem o direito de se expressar do modo que quiser e que os indivíduos só nos dão aquilo que têm para dar. As pessoas evoluem quando querem. É o livre arbítrio. Aceitar a nós mesmos como somos nos faz também aceitar os outros do jeito que são. Aceitar, não ficar junto, porque semelhante atrai semelhante e, à medida que mudamos, atraímos pessoas mais compatíveis com a nossa nova energia. 

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