Relação vítima-salvador. Corra dela!

A relação vítima-salvador é aquela em que existe uma pessoa carente, que busca no relacionamento um “antídoto” para sua felicidade, e um salvador, aquela espécie de herói que vem a calhar à vítima e a “salva do precipício”. Essa história, porém, normalmente fracassa porque nem o médico tem o poder de nos curar quando não queremos ser curados. A cura para todos os nossos males está dentro de nós. Portanto, uma relação vítima-salvador é tóxica para quem a vive. O salvador pode, por exemplo, manipular a vítima, dizendo que fez tanto por ela e que ela não reconhece, enquanto a vítima pode se colocar no lugar de coitadinha, cobrando sempre mais atenção do salvador, havendo aqui um jogo de poder.

Nesse tipo de relação, o salvador geralmente se sente superior, tanto que precisa ajudar os outros até mesmo quando eles não estão pedindo ou necessitando de ajuda. Muitas vezes esse comportamento aparece como uma superproteção. Normalmente o salvador ajuda não por vontade própria ou por amor, mas para mostrar que sabe fazer melhor, para receber elogios, para aparecer como bonzinho ou para mais tarde cobrar algo em troca.

O salvador é uma pessoa extremamente prestativa, que está sempre se oferecendo para ajudar, mesmo quando não é chamada. Ele também pode se comportar como vítima (ao não ter suas expectativas atendidas) ou perseguidor (cria constrangimento nos outros ao reclamar da falta de iniciativa deles). Para cobrar ou se queixar, as pessoas salvadoras costumam primeiro ajudar sem serem chamadas; quando não veem retorno das suas “boas ações”, podem se vitimizar e até perseguir as pessoas, criando um círculo vicioso.

Muitas vezes o salvador é simplesmente alguém que se esquece de si, que tem baixa autoestima ou que busca compensar alguma carência interna se sacrificando pelos outros. A vítima, por sua vez, é aquela pessoa que acha que nunca fez nada para merecer a atenção do salvador; não assume responsabilidade pelos seus atos; quando erra, arruma sempre uma forma de culpar os outros; é vista sempre como “coitadinha”. Essa é a forma como a vítima se protege de pensar, agir com autonomia e responder por seus atos.

Perseguidor – vítima – salvador

No nosso dia a dia, costumamos nos deparar com relações do tipo perseguidor – vítima – salvador, sobretudo a vítima, coitada, sempre sofrendo as consequências das atitudes dos outros. É aquela mãe que não consegue a atenção esperada do filho e por isso começa a fazer jogos psicológicos e implicar com os amigos ou com a nora; é aquela esposa/marido/ namorada/namorado que, quando não tem a atenção total do parceiro ou parceira, começa a fazer chantagem emocional; é aquele filho que, por não ter total atenção da mãe ou do pai, começa a perseguir os irmãos, “porque mamãe/papai ama mais A ou B do que ele”; é aquele colega de trabalho ou chefe que persegue os colegas ou subordinados com cobranças infinitas, ou implicam à toa, constrangendo a todos e fazendo com que haja rotatividade nos setores porque ninguém aguenta conviver com ele. Os exemplos são infinitos. Esse “triângulo dramático” (perseguidor – vítima – salvador) está presente nas relações humanas e, no geral, esses “psicopatas inconscientes” não têm noção do mal que fazem a si mesmos e aos outros.

O que fazer para sair de uma relação desse tipo

Se você está vivendo uma relação assim, saia dela o quanto antes. Se não pode sair porque é obrigada a conviver com a pessoa em ambiente de trabalho ou em casa, comece a dar menos valor ao que essa pessoa diz ou faz. Não leve para o lado pessoal. Procure enxergar sua possível responsabilidade dentro dessa relação. Você de alguma forma age como vítima e estimula o papel de salvador ou de perseguidor na outra pessoa? Ou é você quem salva ou persegue? Não se culpe. Primeiro conheça a si mesma e volte à primeira lição: ame-se e respeite-se antes para poder desenvolver relações saudáveis e enriquecedoras. Pratique o ho’oponopono para limpar mais rápido essas memórias.

O salvador precisa cuidar de si mesmo, amar-se mais, fazer o que gosta, centrar-se mais em si, pois, antes de querer ajudar os outros, devemos ajudar a nós mesmos. O perseguidor precisa ser menos crítico e mais encorajador; em vez de apontar as falhas dos outros, deve estimular suas virtudes, fazendo elogios quando necessário e respeitando a todos. E a vítima precisa se valorizar e entender que é ela mesma quem se coloca nessa posição. Com nossos pensamentos, somos os únicos responsáveis por atrair luz ou trevas para nossa vida.

Quando aprendemos a reconhecer relações tóxicas e identificamos em nós mesmos possíveis comportamentos nocivos e nos autocorrigimos, temos condições de nos defender com mais facilidade e até de ajudar outras pessoas a combaterem seus comportamentos nocivos. Entretanto, enfatizo, ninguém tem o poder de mudar o comportamento dos outros. Quando mudamos a nós mesmos, tudo ao nosso redor muda. O PODER É NOSSO.

*Este texto faz parte do livro Quem eu era antes de mim mesma – Guia prático para se tornar uma mulher completa e encontrar o grande amor da sua vida, p. 184-187.

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Acostume-se a falar com Deus. Ele sempre responde

Há momentos na vida em que precisamos de um direcionamento e terminamos por recorrer a pessoas que, por mais que estejam bem-intencionadas ou que tenham experiência no assunto, não são as pessoas certas para nos aconselhar, porque vão nos orientar com base em seus conhecimentos passados e até em suas frustrações, crenças limitantes, medos e bloqueios.

É por isso que, nessas horas, a melhor atitude que podemos tomar é silenciar a mente e falar com Deus.

Sensação de alívio

Quando abrimos nosso coração para Deus, sentimo-nos imediatamente aliviados, como se tivéssemos tirado uma montanha de nossas costas. Isso acontece não só porque falar o que está preso na garganta nos faz bem, mas principalmente porque esse desabafo é feito para alguém em quem confiamos. Sim, Deus jamais usará o que dissemos contra nós mesmos. É o nosso melhor amigo e só quer o nosso bem.

Quer o chamemos ou não, Deus está sempre de mãos abertas para nós

Há uma frase latina que diz:

Vocatus atque non vocatus deus aderit“.

“Invocado ou não, Deus estará presente.” Essa frase significa que Deus está presente o tempo inteiro, quer o chamemos ou não. Ele respeita o nosso livre arbítrio de estar perto ou distante dele. No entanto, uma vez chamado, ele está de braços abertos para nos receber e nos orientar pelos melhores caminhos.

Minha experiência em falar com Deus

Diversas vezes eu fiz questionamentos a Deus e recebi resposta a todos. A primeira vez foi quando eu tinha 15 anos. Na época, eu estava passando por problemas e quase perdendo a fé diante de tanto sofrimento. Então um dia, antes de dormir, conversei com Deus, explicando-lhe que estava perdendo a fé nele, e pedi uma prova de que ele existia. Nessa mesma noite, sonhei com Jesus. Estávamos em um lugar deserto e ele vestia uma roupa de linho. Tinha os cabelos castanhos um pouco cacheados que vinham até os ombros. Por telepatia, ele me dizia que tinha sede. Olhei ao redor e vi no chão uma fonte de água limpa com uma cuia ao lado. Peguei a água e matei sua sede. Em seguida, ainda por telepatia, ele me mostrou um cavalo que estava emparelhado ao seu e me disse: “Siga-me”. Depois desse sonho, eu nunca mais duvidei da existência de Deus e tenho o mestre Jesus como guia.

Diversas outras vezes Deus me falou, tanto por meio de sonhos como por meio de pessoas. Um dia desses, eu lhe fiz um questionamento e no dia seguinte, “do nada”, uma moça religiosa desconhecida me ligou perguntando se eu queria ouvir uma mensagem bíblica. Eu disse que sim e ouvi a mensagem, que tinha tudo a ver com a pergunta que eu havia feito.

Dias depois, aconteceu a mesma coisa. Eu estava em dúvida sobre uma decisão que estava tomando e perguntei a Deus. No dia seguinte, a mesma moça me ligou oferecendo uma mensagem bíblica e novamente a mensagem tinha tudo a ver com que o eu havia perguntado.

Deus nos fala sempre, basta estarmos abertos para escutá-lo.

Fale com Deus

Meu conselho, portanto, é: habitue-se a falar com Deus. Em qualquer hora e lugar. Esteja onde estiver, converse com ele como se fosse um amigo. Conte-lhe seus planos, seus medos, suas dúvidas. Questione. E esteja com a mente limpa para receber a resposta, que pode vir por meio de um sonho, de uma passagem bíblica ou mesmo de pessoas “aleatórias” que foram “usadas” por Deus para lhe dar a resposta. Ou simplesmente escute a resposta no seu coração. Quando traz paz, vem de Deus.

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Você sabia que atrai tudo aquilo que pensa?

É isso mesmo: somos nós os únicos responsáveis pelas nossas venturas ou desventuras por meio dos nossos pensamentos. Todos os acontecimentos da nossa vida estão interligados aos nosso pensamentos.

“Porque aquilo que temia me sobreveio; e o que receava me aconteceu. Nunca estive tranquilo, nem sosseguei, nem repousei, mas veio sobre mim a perturbação.” (Jó 3:25,26)

Quando temos pensamentos negativos e crenças limitantes, acabamos por moldar nossa realidade de acordo com eles.

“Hoje não estou me sentindo bem. Acho que foi mau-olhado de Fulano!”

“Nenhum homem presta.”

“Eu nunca serei feliz no amor.”

“Homem está difícil.”

“Dinheiro não dá em árvore.”

“Conseguir um bom emprego na minha idade é difícil.”

“Estou muito velha para encontrar um amor.”

“Vou viver a vida inteira sozinha.”

“É impossível ser feliz sozinha.”

“Eu não sou capaz de fazer isso.”

“Eu não tenho sorte.”

Mesmo de forma inconsciente, esse modelo de pensamento está presente em nossa vida e impede ou dificulta nossa caminhada rumo aos nossos objetivos.

Crenças limitantes

Normalmente as crenças limitantes são uma espécie de desculpa que impomos a nós mesmos para permanecermos na zona de conforto e em aparente segurança. Elas também funcionam como mecanismo de defesa para evitar possíveis frustrações, podendo vir de experiências ruins no passado as quais temos medo de repetir. Ou seja, toda crença limitante é uma barreira.

Os pensamentos negativos e as crenças limitantes são nocivos ao nosso desenvolvimento pessoal e profissional, pois quem não se arrisca, ainda que um pouco, dificilmente fará algo diferente. Eles surgem geralmente na infância e nos acompanham a vida inteira ou até que tenhamos consciência deles e resolvamos mudar. Quando crianças, buscamos referências em outras pessoas: pais, familiares, professores e amigos. Tais contatos vão moldando nossos modelos mentais e nossas próprias experiências. São influências positivas ou negativas, que criam nossa percepção das coisas e do mundo. Dessas referências, surgem as crenças limitantes – aqueles pensamentos que, mesmo inconscientemente, acreditamos serem verdades absolutas, ainda que não funcionem na prática.

Outra fonte de crença limitante é a nossa hereditariedade, que nos é repassada desde a infância nos comentários que ouvimos dentro de casa. Pais que duvidam da capacidade do filho, que exigem e cobram demais deles ou que comparam um irmão com outro podem gerar crenças limitantes fruto da hereditariedade.

Experiências vivenciadas também podem influenciar nos nossos mecanismos de defesa. Uma criança que vê os pais brigando frequentemente pode crescer acreditando que os relacionamentos amorosos são difíceis e, por consequência, quando for adulta, pode evitar se relacionar com medo de se ferir.

A pessoa também pode, por si mesma, criar crenças limitantes com pensamentos negativos sobre si mesma e desenvolver baixa autoestima por se não achar capaz.

Outras fontes de pensamentos limitantes são as religiões, a sociedade e os amigos.

Enfim, as crenças limitantes podem ser:

1. Hereditárias – aquelas que adotamos porque ouvimos na infância.

2. Pessoais – aquelas que surgem quando crescemos ouvindo críticas.

3. Sociais – aquelas criadas pela sociedade e provindas das interações sociais.

4. De lógica equivocada – aquelas que surgem quando generalizamos tudo e quando tiramos conclusões equivocadamente (exemplos: nenhum homem presta, homem está difícil).

5. Desculpas – quando a pessoa dá desculpas para não fazer algo, como não ter tempo.

6. Frustrações – quando a pessoa se frustra com um acontecimento e cria uma crença com base nele (exemplos: eu só atraio homem casado, eu nunca serei feliz no amor).

Tudo aquilo em que acreditamos é uma crença e tudo aquilo que é uma verdade para nós é uma crença. Se acreditamos que as coisas são fáceis, a vida flui para nós. O contrário também é verdadeiro.

Como se livrar de uma crença limitante

Ao se deparar com uma crença limitante, pergunte-se “por quê?” e não tenha medo de agir ou pensar diferente. O medo é um dos sentimentos mais limitantes que existem. Muitas vezes, deixamos de agir por receio de falhar ou de experimentar algo novo. Quando temos medo do novo, podemos deixar passar o emprego dos sonhos somente porque é em outra cidade ou país, ou o amor da nossa vida por medo de não ser correspondidos ou de nos machucarmos.

Outra maneira de eliminar pensamentos negativos e crenças limitantes é identificar as crenças que impedem ou impediram você de agir, fazendo perguntas como “qual o fundamento dessa crença?”; “existe lógica nisso?”; “de onde vem essa crença?”; “essa crença funciona ou atrapalha minha vida?”. Esses e outros questionamentos farão você ter clareza do que ainda lhe serve e do que deve ser deixado para trás em termos de pensamentos e crenças. Uma vez trazidos à luz os pensamentos negativos e as crenças limitantes, substitua-os por outros melhores e positivos, as chamadas crenças fortalecedoras. Em seguida, procure pôr em prática essa nova forma de pensar. Transforme esse novo pensamento em atitude até que vire um hábito.

Por exemplo, se você quer emagrecer e tem a crença limitante de que emagrecer exige sacrifício, de que o padrão genético da sua família é de gordo ou de que você já tentou de tudo e não conseguiu emagrecer, que tal mudar esses pensamentos para “emagrecer é fácil”, “eliminar gordura localizada é fácil”, “eu consigo emagrecer facilmente”. A partir daí, repetindo essas frases, você começará inconscientemente a buscar formas saudáveis de emagrecer, a ter mais coragem para fazer uma atividade física, a encontrar mais pessoas que estejam com foco no emagrecimento saudável.

Ou, se você acredita que guardar dinheiro é impossível porque o dinheiro nunca sobra ou que só pouparia se tivesse um salário maior, substitua esses pensamentos por “guardar dinheiro é fácil para mim”, “minhas aplicações rendem mais e mais a cada dia”, “meu dinheiro trabalha para mim”. Com esses novos pensamentos, automaticamente você começará a dar um jeito de separar um percentual do seu salário, não importa quanto ganhe, para investir.

Ou, ainda, se acredita que homem está difícil ou que é impossível atrair um amor verdadeiro, substitua esses pensamentos por “o amor vem fácil para mim”, “ser amada é fácil”, “encontrar o amor da minha vida é muito fácil”, “a vida está preparando meu encontro com meu par ideal”, “eu mereço ser amada”, “eu estou pronta para encontrar meu grande amor”.

Minha experiência

Por fim, eu gostaria de compartilhar com você uma das minhas crenças limitantes até um tempo atrás. Sempre que tinha uma alegria e ria muito, ao mesmo tempo sentia medo, eu dizia: “Eu vou ter raiva amanhã porque estou muito alegre hoje”. E sempre a raiva vinha nos dias seguintes. Por quê? Porque eu determinava isso, eu acreditava na crença limitante “dia de muito riso, véspera de pouco siso”, que eu ouvia na infância.

Eu cresci em uma família que tinha falta de tudo, inclusive de alegria. Minha mãe sempre foi uma pessoa severa, pessimista e quase não ria. Ela incutiu em nós essa crença limitante, que já vem de família. No instante em que isso me veio à luz e eu mudei minha forma de pensar e sentir, tudo melhorou para mim.

Uma das frases que sempre repito em voz alta é esta, do access consciousness:

TUDO NA VIDA VEM A MIM COM FACILIDADE, ALEGRIA E GLÓRIA.

No início, ao dizê-la, eu sentia medo porque não acreditava. Para mim, tudo na vida sempre foi muito difícil. Mais uma crença limitante. Ao mudar essa forma de pensar, percebi que as coisas começaram a fluir. Hoje meus dias são sempre de riso e gratidão pelas maravilhas que a vida me oferece.

Lembre-se:

Toda mudança começa com o reconhecimento do que precisa ser mudado e termina com a atitude de colocar em prática essa mudança até virar um hábito. Bastam um pensamento e uma atitude para mudar sua vida.   

*Este texto faz parte do livro Quem eu era antes de mim mesma – Guia prático para se tornar uma mulher completa e encontrar o grande amor da sua vida, p. 194-200.

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Utilize a roda da abundância e veja sua vida dar um salto

A roda da abundância é uma ferramenta que ajuda a potencializar a carreira e a trabalhar o autoconhecimento. Ela tem como alicerces os verbos declararsolicitaragir e agradecer.

Declarar

Somente você tem autoridade de declarar algo positivo ou negativo sobre si mesmo. O ideal é que sempre diga coisas positivas, fazendo com que elas se tornem verdadeiras.

Solicitar

Para conseguir o que deseja, você precisa primeiro solicitar, pedir exatamente o que deseja receber.

Agir

Significa entrar em ação. Como você vai alcançar resultados diferentes se fizer a mesma coisa todos os dias? Conquistar sonhos e realizações tem um preço. Então faça sua parte.

Agradecer

Você tem o hábito de agradecer às pessoas? Quanto mais você agradece, mais se torna próspero.

OS DOIS LADOS DA RODA DA ABUNDÂNCIA

A roda da abundância tem dois lados: o de doar e o de receber. E para esses dois lados existem quatro tipos de pessoas:

Soberbas: sabem doar, mas têm dificuldade para receber, prestam favores, mas não gostam de receber favor de ninguém.

Egoístas: sabem receber, mas não querem doar.

Estéreis: não querem doar nem receber.

Prósperas: sabem doar e receber.

Portanto, atue sempre na geração de prosperidade para sua vida e para os outros. Assim a roda da abundância gira a seu favor e a favor daqueles com quem você se relaciona.

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Quer ser feliz? Afaste-se de pessoas narcisistas

Narcisismo, ou transtorno de personalidade narcisista, é um desvio que afeta a mente da pessoa por completo. O narcisista pensa, sente, percebe-se e interage com o mundo de maneira diferente da maioria das pessoas. Diversos comportamentos são fortes indícios do narcisismo, sobretudo quando aparecem em conjunto. Eis alguns deles:

1. Insegurança – Em geral os narcisistas aparentam ser muito seguros, mas na verdade são extremamente inseguros e carentes de amor próprio.

2. Sentimento de superioridade – O narcisista se mostra como alguém superior aos outros, mas no fundo são inseguros e têm complexo de inferioridade.

3. Superficialidade e falta de empatia – Os narcisistas têm dificuldade de se aprofundar nas coisas, preferindo viver na superficialidade. Além disso, não conseguem se colocar no lugar dos outros e não entendem com profundidade e sensibilidade o que a pessoa está sentindo.

4. Necessidade constante de atenção e admiração – Os narcisistas têm forte necessidade de aprovação e fazem de tudo para receber elogios.

5. Necessidade de ser o centro de atenção – Os narcisistas acham que o mundo gira em torno deles e que tudo acontece por causa deles.

6. Negação dos defeitos e excesso de carisma – Os narcisistas não enxergam ou não aceitam seus defeitos, escondem seu lado negativo e em geral só falam de suas qualidades. Além disso, costumam ser magnéticos e despertam o interesse e a admiração das pessoas, que fazem questão de se relacionar com eles e, muitas vezes, preferem ignorar suas características mais tóxicas.

7. Uso de manipulação – Para atingir seus objetivos, os narcisistas podem ter comportamentos ardilosos, sem se preocupar com os outros, manipulando e fazendo jogos de poder e sedução, invertendo a situação para que a vítima se sinta culpada e mal. Alguns narcisistas se colocam no papel de vítima, enquanto outros se tornam agressivos quando são contrariados.

É importante dizer que nem sempre pessoas com comportamentos narcisistas são tratadas e diagnosticadas como tal. No geral, são pessoas comuns que convivem conosco dentro de casa, na escola, na universidade ou no trabalho. Se você convive com pessoas narcisistas, a primeira atitude que deve ter é elevar sua vibração silenciando a mente e ouvindo a frequência do amor. Quando elevamos nossa frequência vibratória, as pessoas negativas começam a se afastar e pessoas positivas surgem no seu lugar. Tudo depende do nosso campo vibracional.

Lembre-se:

O PODER É SEU.

Está nas suas mãos a escolha de ser feliz e de optar pelo caminho mais fácil. Aceite as pessoas como elas são, mas nem por isso fique ao lado de quem não respeita você e não lhe faz bem. Em primeiro lugar, ame-se e respeite-se. Quando você se ama e se respeita, todos farão o mesmo por você. Até porque amar-se e respeitar-se também significa deixar ir o que não lhe serve mais.

*Informações retiradas do livro Quem eu era antes de mim mesma – Guia prático para se tornar uma mulher completa e encontrar o grande amor da sua vida, p. 181-183.

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Os tipos de homens que toda mulher deveria evitar

A matéria que escrevi sobre os quinze tipos de homens que toda mulher deveria evitar rendeu muitos comentários no Facebook. Por isso, resolvi escrever uma continuação do tema, diante de tantos comentários das leitoras.

Lembro que todas as características presentes na matéria são uma opinião minha e que ninguém precisa concordar com ela.

Em primeiro lugar, sobre os homens ateus, grande parte das mulheres não concordou. E estão certas. A escolha é de cada um. Se não incomoda a você ter um homem ateu como marido, está tudo bem, principalmente se você for ateia. Agora se você tiver uma religião e gostar de ir a um templo, se ele respeitar, está tudo bem. Se quando ele estiver na pior fase da vida dele e não tiver uma fé na qual buscar abrigo, está tudo bem. Se quando você quiser educar seus filhos dentro de uma religião e ele disser que isso é bobagem e que Deus não existe, está tudo bem também. É escolha sua.

Sobre homem que fala muito palavrão, eu digo a mesma coisa: é escolha sua. Só acrescento que as palavras têm poder, e uma pessoa que chama muito palavrão vai atrair muita energia ruim para a vida de vocês. Se você não se importa com isso, está tudo bem. E se você não se importa de ser chamada por um palavrão, está tudo bem também.

Se você não se importa em se envolver com um homem que fala mal das ex, está tudo bem. Só saiba que você não será exceção à regra. Se um dia for ex, ele também falará mal de você.

Se você não se importa de ter ao seu lado um homem mulherengo, ou comprometido, ou que não gosta da própria mãe, ou que gasta muito com bebida, jogos ou outras bobagens e não sobra dinheiro para comprar comida para a família, está tudo bem. É escolha sua.

Se você não se importa em se envolver com um homem ciumento, inseguro e que cerceia o tempo inteiro a sua liberdade, qual o problema disso? É escolha sua.

Se você não se importa de se envolver com homem paquerador, mentiroso, desonesto e preguiçoso, está tudo bem. Você escolhe os acontecimentos da sua vida.

E se você não se importa de se envolver com um homem agressivo, ninguém tem a ver com isso. Só tenha em mente que esse mesmo homem um dia pode agredir você e tirar a sua própria vida.

Em outras palavras, você tem o livre arbítrio para escolher quem você deixa entrar e ficar na sua vida.

Muitas mulheres disseram:

“Se tirarmos esses tipos, não sobra nenhum.”

“Então nenhum homem presta.”

Essas frases mostram o quanto as mulheres têm um padrão de exigência baixo em relação aos homens. Aceitam qualquer coisa que aparece pela frente.

Nesse universo de leitoras, o que eu mais percebi é que falta autoestima às mulheres.

“Ruim com ele, pior sem ele.” Essa é a frase que ronda o nosso inconsciente coletivo, tendo sido repetida anos e anos pelas nossas mães.

Se essas mesmas mulheres que aceitam qualquer coisa resolvessem ficar sozinhas por um tempo até encontrar a pessoa certa, certamente sua vida seria bem melhor.

Mulher, tenha em mente que o mundo é seu quando você quer.

Uma mulher vive muito bem sozinha. Um homem nem sempre.

Sabia que o homem até para ser pai precisa de uma mulher?

Valorize-se. Ame-se e respeite-se acima de tudo. Descubra o que você quer em um relacionamento e não aceite menos do que você merece.

A vida é curta para perder tempo com pessoas que não agregam valor à nossa vida.

Aprenda a ser feliz sozinha.

Quando souber ser feliz sozinha, você terá ao seu lado quem você quiser.

Beijo carinhoso.

Sol

Seja uma mulher magnética e conquiste qualquer pessoa.

Deixe o homem que você ama apaixonado para sempre!

Melhore sua vida e tenha o relacionamento dos seus sonhos.

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6. Exercício de fixação

Complete as lacunas nos textos a seguir usando A(S) ou À(S).

a) O diretor dirigiu-se ___ sua sala e começou ___ falar ___ todos os presentes.

b) João sentou-se ___ máquina e pôs-se ___ reescrever uma ___ uma as páginas do romance.

c) Quando você irá __ Roma?

d) Fui __ Lisboa de meus avós no ano passado.

e) Vou __ Brasília quase todo fim de semana.

f) Refiro-me __ Roma antiga, na qual viveu César.

g) Refiro-me ___ atitudes dos pais que levam as crianças ___ rebeldia e ___ uma fuga da realidade.

h) Os interessados em adotar crianças têm de recorrer ___ orientações do Juizado de Menores e se sujeitar ___ uma espera muitas vezes longa, o que, apesar de tudo, não desanima ___ maioria.

i) Primeiro vou __ feira, depois vou ___ praça.

j) Não podemos fazer referências __queles casos, mas __ um caso específico.

k) João deu __ rosa __ namorada.

l) Aquele trabalho não seria útil __ ela.

m) Essa lei se aplica __ pessoas de índole violenta.

n) As séries __ que assisti hoje __ tarde me deixaram com sono.

o) Felipe entregou __ chave da loja __quele senhor que estava esperando.

p) As mães estavam __ procura dos filhos.

q) O atendimento __ pessoa humilde deve ser prioridade.

r) Essas informações são iguais __ que recebemos ontem __ tarde.

s) Ganhei uma caneta igual __ sua.

t) Essa construção obedece __ especificações da prefeitura.

u) O remédio deve ser ingerido gota __ gota.

v) Ele não assistiu __ essa operação, mas __quela outra.

w) Tudo correu __ mil maravilhas.

x) Caminhamos rente __ parede.

y) José não costuma ir __ festas.

z) _ partir da próxima semana serão dadas novas instruções __ alunas de balé.

7. Respostas do exercício

a) O diretor dirigiu-se à (ou a) sua sala e começou a falar a todos os presentes.

b) João sentou-se à máquina e pôs-se a reescrever uma a uma as páginas do romance.

c) Quando você irá a Roma?

d) Fui à Lisboa de meus avós no ano passado. (Voltei da Lisboa de meus avós…)

e) Vou a Brasília quase todo fim de semana.

f) Refiro-me à Roma antiga, na qual viveu César. (Voltei da Roma antiga…)

g) Refiro-me a (ou às) atitudes dos pais que levam as crianças à rebeldia e a uma fuga da realidade.

h) Os interessados em adotar crianças têm de recorrer às orientações do Juizado de Menores e se sujeitar a uma espera muitas vezes longa, o que, apesar de tudo, não desanima a maioria.

i) Primeiro vou à feira, depois vou à praça.

j) Não podemos fazer referências àqueles casos, mas a um caso específico.

k) João deu a rosa à namorada.

l) Aquele trabalho não seria útil a ela.

m) Essa lei se aplica a (ou às) pessoas de índole violenta.

n) As séries a que assisti hoje à tarde me deixaram com sono.

o) Felipe entregou a chave da loja àquele senhor que estava esperando.

p) As mães estavam à procura dos filhos.

q) O atendimento à pessoa humilde deve ser prioridade.

r) Essas informações são iguais à que recebemos ontem à tarde.

s) Ganhei uma caneta igual à sua.

t) Essa construção obedece a especificações da prefeitura.

u) O remédio deve ser ingerido gota a gota.

v) Ele não assistiu a essa operação, mas àquela outra.

w) Tudo correu às mil maravilhas.

x) Caminhamos rente à parede.

y) José não costuma ir a festas.

z) A partir da próxima semana serão dadas novas instruções às alunas de balé.

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Curso gratuito de crase (2)

3. Uso facultativo da crase

O uso facultativo da crase ocorre quando o emprego do artigo antes da palavra que vem depois da preposição A é opcional.

a) É facultativo o uso da crase antes de pronomes possessivos femininos (minha, tua, nossa)

A menina deve satisfação à sua mãe (ou a sua mãe).

Amanhã eu irei à tua casa (ou a tua casa).

Note que podemos usar o possessivo feminino com ou sem artigo definido:

Sua mãe é Maria ou A sua mãe é Maria.

Minha filha gosta de tomate ou A minha filha gosta de tomate.

Tua casa é bonita ou A tua casa é bonita

Sendo o artigo feminino facultativo, a fusão de A + A também será, pois teremos obrigatoriamente a preposição A pedida pelo nome anterior, mas não teremos a obrigatoriedade do artigo antes do nome posterior.

b) É facultativo o uso da crase antes de nomes próprios femininos:

Eu fiz um favor à Mariana ou Eu fiz um favor a Mariana.

Dei um presente à Carla ou Dei um presente a Carla.

Dica importante: O uso de artigo antes de nomes próprios é uma forma coloquial usada sobretudo no Sul e no Sudeste do Brasil. Na linguagem do dia a dia, podemos dizer frases como:

A Carla está feliz ou Carla está feliz.

A Mariana gosta de mim ou Mariana gosta de mim.

O Raimundo chegou ou Raimundo chegou.

No entanto, segundo a gramática padrão, não se emprega artigo antes de nomes próprios.  

c) É facultativo o uso da crase com a palavra até quando depois dela houver uma palavra feminina que admita artigo:

Os meninos foram até à praça da Liberdade ou Os meninos foram até a praça da Liberdade.

4. Uso proibido da crase

Alguns usos da crase são proibidos e ocorrem por desconhecimento da regra básica. Mas você não cometerá esses erros porque já sabe que a crase só ocorre quando existem dois elementos: a preposição A (pedida pela palavra anterior) + o artigo feminino A (aceito pela palavra posterior).

Cientes disso, veremos que não se usa crase antes de:

a) Verbo (verbos são considerados palavras de gêneros masculino).

b) Palavra masculina (logicamente, pois pedem o artigo masculino O e não o feminino A) = a prazo, a pé.

c) Palavras repetidas (porque aqui só temos a preposição A: cara a cara, peito a peito).

d) Pronomes de tratamento (exceções: dona, madame, senhora e senhorita, porque podem ou não vir precedidos de artigo: dona Maria ou A dona Maria, senhora Solange ou A senhora Solange).

e) Pronomes indefinidos (porque não admitem o artigo A: nenhum, nenhuma, algum, alguma).

f) Artigos indefinidos (logicamente, a crase pede o artigo definido A).

g) Pronomes demonstrativos esta(s), essa(s), isto, isso (porque não admitem artigo).

h) Pronomes relativos que, quem, cujo, cuja, cujos, cujas (porque não admitem artigo).

5. Resumo

1. Usa-se crase somente antes de palavras femininas.

Na dúvida, substitua a palavra feminina por um sinônimo masculino: se o artigo “a” virar “ao”, ele receberá o acento grave.

2. Usa-se crase nas expressões que indicam hora.

Mas, quando o indicativo das horas estiver antecedido das preposições para, desde e até, não há crase.

3. Usa-se crase antes de locuções adverbiais femininas que indiquem a ideia de tempo, lugar ou modo.

4. Usa-se crase com “à moda de” mesmo implícita na frase e antes de palavra masculina.

5. A crase é opcional antes dos pronomes possesivos femininos minha, tua, nossa, etc.

6. A crase é opcional antes de nomes próprios femininos.

7. A crase é opcional depois da palavra até.

Acesse aqui a continuação deste curso.

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Curso gratuito de crase (1)

Este curso tem a proposta de mostrar como usar a crase de forma fácil. Ao final, traremos exercícios práticos com gabarito.

1. Regra básica para uso da crase

A crase, como o próprio nome diz, é uma fusão. E em língua portuguesa essa fusão ocorre da junção da preposição A com o artigo feminino A (se e somente se A), singular e plural.

Esse primeiro A é solicitado por alguma palavra que vem antes, enquanto o segundo A antecede a palavra que virá depois.

A + A = À

Em outras palavras, para haver crase, precisamos obrigatoriamente de dois A. Veja como é fácil:

Entreguei uma encomenda à menina.

Crase em à menina porque:

a) Quem entrega, entrega A (o primeiro A é solicitado pelo verbo entregar).

b) Entreguei uma encomenda A A menina (o substantivo menina vem precedido do artigo A).

c) Se existem dois A, ocorre a fusão: À.

Precisamos obedecer à Constituição brasileira.

Crase em à Constituição porque:

a) Quem obedece, obedece A (o primeiro A é solicitado pelo verbo obedecer).

b) Obedece A A Constituição.

c) Se existem dois A, ocorre a fusão: À.

Dica:

Para saber se existe crase, substitua a palavra feminina por uma masculina (quando couber). Se der AO no masculino, é porque existe crase no feminino. 

Veja:

Entreguei uma encomenda à menina (ao menino).

Precisamos obedecer à lei (ao regulamento).

Nesse caso há crase porque temos a preposição A (pedida pelos verbos entregar e obedecer) e o artigo feminino A (que antecede os nomes menina e lei).

Ao trocarmos as palavras femininas por masculinas, temos AO. Portanto, há crase.

Essa é a fórmula básica da crase (A + A = À). Dominando-a, você acerta quase tudo.

Resumo:

1. Crase não é acento, é fusão (A + A) marcada pelo acento grave.

2. Na dúvida, substitua a palavra feminina por uma masculina. Se na substituição o A virar AO, haverá crase no feminino. A palavra masculina não precisa ser sinônima da feminina, mas deve fazer sentido na frase.

2. Casos especiais

Você já sabe que a crase é a fusão da preposição A com o artigo feminino A e que essa fusão é marcada pelo uso do acento grave: À. E que a crase é empregada somente diante de palavras femininas.

Poderíamos terminar a explicação por aqui, mas existem alguns casos nos quais o A aparece craseado sem que necessariamente haja essa “fusão”.

a) Usa-se crase antes de locuções indicativas de horas:

Sairemos às duas horas.

O torneio terá início às 15 horas.

Atenção: Quando as horas forem antecedidas das preposições para, desde e até, não haverá crase, pois estará quebrada a regra preposição A + artigo feminino A:

Desde as 16h eu espero pelo atendimento.

O jantar foi marcado para as 20h.

Marcos disse que chegará até as 9h.

b) Usa-se crase antes de locuções adverbiais femininas que expressam ideia de tempo, lugar e modo:

Às vezes eu vou ao teatro.

Maria finalizou o trabalho às pressas.

Eu não iria a um encontro às escuras.

c) Usa-se crase com a expressão “à moda de” (“à maneira de”), mesmo antes de palavra masculina, ainda que não venha explícita na frase:

Meu professor cantou uma música à Roberto Carlos (à moda de, ao estilo de).

Josivaldo fez um gol à Pele (à moda de Pelé, como Pelé faz).

Claudia fez um bife à Camões (à moda de Camões).

Mas atenção: Maria fez um bife a cavalo (sem crase, porque não é “à moda do” cavalo).

d) Usa-se crase quando houver palavra oculta ou subentendida:

Vou primeiro à Praça da Águia e depois à da Liberdade.

(A palavra “praça” está subentendida antes da expressão “da Liberdade”.)

Refiro-me à garota de rosa, não à de branco.

(A palavra “garota” está subentendida antes da expressão “de branco”.)

e) Usa-se crase com o pronome relativo a qual (as quais), pois ele aceita artigo:

Estas são as pessoas às quais falarei hoje à noite.

Aquela é a senhora à qual me referi na semana passada.

f) Com nomes de lugar (cidade, estado, país, continente, planeta), a crase ocorre quando a palavra admite o artigo A:

Vou a Roma (sem crase porque Roma não admite artigo).

Fui à Bahia (com crase porque a Bahia pede artigo).

Cheguei a São Paulo (sem crase porque a cidade de São Paulo não admite artigo).

Dica: na dúvida, construa a frase usando o verbo “voltar”. Se o resultado for “da”, existe crase:

Voltei de Roma.

Voltei da Bahia.

Voltei de São Paulo.

Aproveito para esclarecer que a cidade do Recife é antecedida do artigo masculino O:

Fui ao Recife (e não Fui a Recife).

Sou do Recife (e não Sou de Recife).

Vim do Recife (e não Vim de Recife).

Eu amo o Recife (e não Eu amo Recife).

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O que é soltar e como conseguir

Quando você planeja as coisas nos mínimos detalhes e elas não acontecem do jeito que você queria, o que você faz?

A tendência das pessoas quando isso acontece é ficarem tristes e chateadas.

Mas você já pensou que quando as coisas não acontecem como queríamos não significa que não deram certo? Sim, significa apenas que não temos o controle sobre nada nesta vida.

É frustrante?

Não. É a pura realidade.

Quantas vezes tivemos voo cancelado ou atrasado por problemas técnicos na aeronave ou porque um pássaro entrou na turbina do avião? Quantas vezes chegamos horas depois a um compromisso importante porque aconteceu um acidente na estrada que nos deixou impossibilitados de sair do lugar? Quantas vezes acordamos doentes e tivemos que adiar aquela reunião superimportante?

Esses e outros acontecimentos servem para nos mostrar que não temos nenhum domínio sobre o curso da vida. Podemos planejar, mas as coisas só ocorrem de acordo com um plano maior. Então, se não temos controle dos acontecimentos externos, não há por que nos frustrarmos, a solução é aceitar e SOLTAR.

O problema é que nosso ego na maioria das vezes fala mais alto, desejando a todo custo ter o controle de tudo, quando seria muito mais fácil aceitar nossas limitações perante a vida.

Se somos demitidos de um trabalho ao qual estávamos acostumados, se nosso parceiro ou parceira resolveu nos deixar, se nosso melhor amigo teve de se mudar para longe ou se nosso filho resolveu sair de casa para caminhar com suas próprias pernas, não, nosso mundo não caiu, são apenas lições que a vida nos oferece para trabalharmos o desapego.

Em situações desse tipo, temos duas escolhas: sofrer demasiadamente e até ficar doentes por não aceitar o que foge ao nosso controle; ou simplesmente acolher com amor a nova situação e vivê-la da melhor forma possível. Em vez de resmungar pela falta de emprego ou pelo suposto abandono, não seria melhor pensar que a vida está nos dando outras oportunidades? A partir de uma demissão, um novo emprego surgirá, talvez ainda melhor que o anterior. E com a saída de pessoas de nossa vida, outras surgirão, não para substituir as que se foram, mas para nos trazer experiências novas e únicas. Viver é isso, é saber lidar com imprevistos e ser grato por eles.

Sobre o soltar

Soltar é resignar-se, é aceitar as situações inesperadas da vida sem nos deixar afetar por elas. Quando aprendemos a soltar, o ego perde força. Consequentemente, abrimos mão da necessidade de ter razão sempre e de agradar a todos, de controlar as coisas e as pessoas, de colocar foco em coisas pequenas e em pessoas vazias, de ligar para a opinião dos outros. Abrimos mão da necessidade de agir sempre. Ficamos mais passivos, receptivos e apreciadores da vida.

Soltar é deixar queimar a pessoa ranzinza que um dia podemos ter sido para ver renascer a pessoa serena que provavelmente buscamos ser. É largar o casulo sem dó e viver leve como borboleta, aproveitando cada dia como se fosse o último com gratidão e amor. Soltar é abrir-se para a vida. É fazer a nossa parte e entregar nas mãos de Deus o que não temos condição de resolver. É sentir que a vida flui melhor quando não forçamos a barra e relaxamos. É aceitar de peito aberto o que vem para nós, ainda que não seja da forma como queríamos. É aceitar o outro do jeito que ele é, entendendo que cada um tem seu grau de consciência e seu degrau na escala evolutiva. É viver sem expectativas e sem apego. Amar sem apego e sem esperar do outro nada além do que ele possa oferecer. Apenas viver cada instante como único.

Um excelente exercício para praticar o soltar é utilizar a frase “É o que é”. Ou seja, a situação é assim e não podemos fazer nada para mudar.

Outra frase poderosa é esta:

“Nada real pode ser ameaçado. Nada irreal existe. Nisso está a paz de Deus” (Ucem).

Ou seja, se nada real pode ser ameaçado, não temos por que temer perder algo, pois se for real não será ameaçado. Se nada irreal existe, então se nós perdermos algo é porque nunca foi real, nunca foi nosso. Nisso está a paz de Deus, na tranquilidade de saber que tudo o que tem de acontecer acontecerá, independentemente da nossa vontade ou não.

Outra forma de soltar é imaginar uma janela aberta no peito, por onde saem os sentimentos que nos incomodam, enquanto dizemos a frase-chave do ho’oponopono: eu te amo.

Dizendo “eu te amo”, estamos acolhendo aquele sentimento e o liberando para ir embora.

Soltar, portanto, é relaxar – fazer a nossa parte e entregar o restante a Deus.

Este texto faz parte do livro Quem eu era antes de mim mesma – Guia prático para se tornar uma mulher completa e encontrar o grande amor da sua vida, p. 88-91.

Se quiser saber mais sobre como transformar sua vida e seus relacionamentos, clique aqui.

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