Por que não é aconselhável fazer mamografia preventiva

Você sabia que existem diversos especialistas que são contrários ao uso da mamografia como exame preventivo? Sim, existem. E sabe por quê? Porque a mamografia serve para detecção do câncer de mama, e não para prevenção. Ou seja, o exame só deveria ser feito em caso de suspeita de câncer de mama.

Além disso, a exposição excessiva a radiações ionizantes, usadas na mamografia, contribui para o desenvolvimento de câncer de mama.

Não bastasse isso, a compressão da mama durante a mamografia, caso a mulher já tenha um tumor maligno, pode aumentar o risco de disseminação do câncer.

Em outras palavras, segundo esses especialistas, a mamografia prejudica mais do que ajuda. Por isso não tem sentido fazer o exame quando não há suspeita de câncer de mama. Sem falar que já existem técnicas de imagem que não utilizam essas radiações, como a ressonância magnética.

Ao contrário do que a mídia divulga, a mamografia não salva vidas. Ela pode inclusive fazer mais mal do que bem, gerando resultados falso-positivos, que terminam levando a tratamentos muito agressivos com radiações que são indutoras de câncer.

Portanto, se seu ginecologista lhe pedir uma mamografia somente como forma preventiva, converse com ele e sugira que solicite um exame não invasivo como a ultrassonografia. A mamografia só deveria ser feita em caso de suspeita de câncer de mama.

Dez motivos para você não fazer mamografia

Em virtude dos perigos da mamografia e de sua incapacidade de reduzir a mortalidade pelo câncer de mama, com base em dados científicos disponíveis em várias fontes, inclusive no site do INC-USA (Instituto Nacional do Câncer dos EUA), a doutora Lucy Kerr apresenta dez motivos para as mulheres não fazerem mamografia anualmente:

1. A exposição anual à radiação propicia o surgimento do câncer mamário.

2. A compressão demasiada do tecido mamário durante o exame contribui para que o câncer se espalhe pelo restante do corpo caso esteja presente na ocasião do exame.  

3. Existem atrasos no diagnóstico do câncer que está presente, mas não é detectado pela mamografia, o que é denominado de falso-negativo. 

4. As chances de cura se reduzem quando há atraso no diagnóstico e tratamento do câncer de mama devido a uma mamografia falso-negativa (piora o prognóstico).

5. Um terço de todos os casos de câncer de mama surge no intervalo entre as mamografias.

6. Não ter, mas ser diagnosticada como tendo câncer, o que é denominado de falso-positivo. 

7. Diagnóstico é exagerado e o tratamento excessivo, um problema grave e comumente ignorado pelas mulheres.

8. Baixo controle de qualidade.

9. A mamografia não reduz a mortalidade por câncer de mama, deixando de realizar justamente o propósito pelo qual ela foi introduzida no diagnóstico médico.

10. É um exame superado por outros mais modernos e eficientes, particularmente a ULTRASSONOGRAFIA de alta resolução com Doppler colorido, a ELASTOGRAFIA (três métodos em um único procedimento) e a RESSONÂNCIA MAGNÉTICA.

Leia mais a respeito em:

Os riscos da mamografia, doutor Lair Ribeiro

10 razões para você não fazer mamografia

Mamografia, um perigo?

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Publicado por Sol Antônia

Sol escritora de romances, língua portuguesa e livros de autoajuda.

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